FALANDO SÉRIO
Entra no ar um Blog que trata de assuntos do cotidiano de forma clara e direta.
domingo, 11 de setembro de 2011
terça-feira, 30 de agosto de 2011
A História da bicicleta Parte 2
a criação do velocípede |
Pierre Michaux, um carroceiro da cidade de Brunel, França, recebeu em sua oficina uma draisiana para reparos. Depois de pronta colocou seu filho para usá-la e esta a achou muito cansativa. Michaux então passou a pensar em algum sistema de propulsão que fosse ligado diretamente a roda dianteira e que fizesse o deslocar da máquina mais fácil. Acabou redesenhando todo o projeto original da draisiana, criando um quadro de ferro e um sistema de propulsão por alavancas e pedais na roda dianteira. Pai e filho gostaram tanto do resultado que acabaram por optar pela sua fabricação. Estava criado o que viria a ser chamado de "velocípede". Michaux teve a esperteza de dar um de seus velocípedes para o filho de Napoleão III e isto abriu as portas comerciais de seu produto. Hoje se sabe que houve bicicletas e velocípedes com pedais anteriores às de Michaux ou Lallement, como um modelo feito por Philipp Moritz Fisher em 1853, dentre outros. Movido pela Revolução Industrial, o desenvolvimento de veículos de tração humana, a maioria com quatro rodas, ganhou grande impulso. Os projetistas perceberam a importância que um veículo menor e mais barato, mais fácil de produzir e vender, teria sobre a vida de todos, e não estavam errados. |
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
A História da bicicleta
Retirada do Site http://www.escoladabicicleta.com.br/
| A História da Bicicleta no Mundo |
Nasce uma idéia O primeiro projeto conhecido de uma bicicleta é um desenho de Leonardo da Vinci sem data, mas de aproximadamente 1490. Só foi descoberto em 1966 por monges italianos. Os princípios básicos de uma bicicleta estão lá: duas rodas, sistemas de direção e propulsão por corrente, além de um selim. Mas o posicionamento do eixo de direção faz com que a bicicleta dobre no meio, o que teria feito que Leonardo ou qualquer um tivesse muita dificuldade para manter o equilíbrio. Mesmo antes de Leonardo da Vinci já existiam brinquedos de duas rodas. Há referências em pinturas feitas em vasos, murais e relevos. Talvez houvesse a transmissão de alguma cultura falada sobre veículos de duas rodas e é muito possível que alguns destes brinquedos tenham existido de fato, mas não há uma documentação sequer e não deve ter influenciado as idéias e projetos posteriores. Antes de 1800 Só aparecerá documentação que prova a existência de veículos de propulsão humana após a Renascença e a maioria deles eram pequenos veículos de três ou quatro rodas. Em 1680 um construtor de relógios alemão, Stephan Farffler, que era paraplégico, construiu para si primeiro uma cadeira de rodas de três rodas e depois outra de quatro, ambas movidas por um sistema de propulsão por alavanca manual. Várias outras referências de veículos de propulsão humana são encontradas até 1800, todas construídas na forma de carruagem. |
duas rodas |
A história da bicicleta começa de fato com a criação de um brinquedo, o "celerífero", realizado pelo Conde de Sivrac. Construído todo em madeira, constituído por duas rodas alinhadas, uma atrás da outra, unidas por uma viga onde se podia sentar. A máquina não tinha um sistema de direção, só uma barra transversal fixa à viga que servia para apoiar as mãos. A brincadeira consistia em empurrar ou deixar correr numa descida para pegar velocidade e assim tentar manter-se equilibrado de maneira muito precária por alguns metros. Pelos desenhos existentes sabe-se que era muito pesada e rígida, e com o piso irregular das ruas e estradas de terra devia pular e socar o passageiro. Como não tinha freio e sistema de direção quem a experimentou descobriu o "prazer" do medo de um tombo ou colisão eminente e praticamente inevitável. |
Barão de von Drais: invenção do equilíbrio |
Em 1817 instalou em um celerífero um sistema de direção que permitia fazer curvas e com isto manter o equilíbrio da bicicleta quando em movimento. Além do mais a "draisiana" tinha com um rudimentar sistema de freio e um ajuste de altura do selim para facilitar o seu uso por pessoas de diversas estaturas. A possibilidade de sentar-se num selim parecido a uma sela de cavalo e apoiar os pés no chão, de direcionar a máquina e manter o equilíbrio por longos trechos, e ainda frear, permitia ao condutor o controle da situação e uma sensação conforto e segurança. O princípio para movimentá-la era bastante simples: sentado no selim da draisiana com os pés apoiados no chão bastava sair andando ou correndo até que se chegasse ao equilíbrio. A partir daí o condutor levantava os pés até que fosse necessário mais impulso para manter a velocidade e o equilíbrio. No plano, conforme a situação do piso, era possível ir mais rápido do que a pé. Nas descidas a velocidade era quase impensável para a época. A novidade foi patenteada em 12 de Janeiro de 1818, em Baden e em outras cidades européias, incluindo Paris. O Barão von Drais então passa a viajar pela Europa fazendo contatos para mostrar seu produto, mas suas qualidades de vendedor eram ruins e ele acabou ridicularizado e falido. |
máquina funcional |
Mesmo patenteado surgem cópias da draisiana, algumas mais desenvolvidas. Em pouco tempo é introduzido o ferro em sua construção, o que melhora sua funcionalidade e proporciona que alguns novos projetos possuíssem um sistema de suspensão no selim ou mesmo nas rodas. Aparece também quem sabe tirar proveito comercial da nova invenção vendendo ou alugando. E no dia 20 de abril de 1829 acontece a primeira competição em Munique. Envolvendo 26 draisianas foi realizada numa distância de 4,5 km e seu vencedor cumpriu o trajeto em 31,5 'minutos, a uma média de 8,6 km/h, um feito para a época. Ao que tudo indica desde que as primeiras draisianas foram para ruas sempre se pensou em dotá-las de um sistema de propulsão que não fosse feito pelo andar do seu condutor. A primeira a ser adaptada com pedais surge em 1839, criada pelo ferreiro escocês Kirkpatrick Macmillan. Ele aproveita o conceito da máquina criada por Drais, redesenha a viga central que liga as duas rodas, e adapta um sistema de propulsão por pedais em balanço ligados a um virabrequim no eixo da roda traseira por meio de alavancas. O ciclista aciona o sistema em paralelo à roda dianteira, com os pedais se movimentando para frente e para trás. A bicicleta funcionava bem, mesmo assim não se popularizou. |
sábado, 27 de agosto de 2011
Bicicleta, hábito saudável
O uso de bicicleta como meio de transporte deveria ser estimulado pelo poder público. Por vários motivos. É um meio de transporte limpo, sillencioso e mantém a forma física saudável do seu usuário.
Mas com tantas vantagens, ainda são poucas as cidades que estimulam o uso da bicicleta - faltam ciclovias ou essas são inadequadas.
Por trás desse descaso público com as ciclovias, está a ênfase exagerada ao automóvel. Por décadas administradores se preocuparam com esse meio de transporte em detrimento de outras alternativas mais ecológicas. O transporte público, aí incluídos ônibus e trens, muitas vezes foi prejudicado por essa apologia ao automóvel. Mas os tempos são outros.
As cidades ficaram entupidas de automóveis. O trânsito na maioria delas é lento, perigoso e a poluição mata e faz definhar a saúde do planeta e das pessoas. O carro sempre foi o sonho de muitos jovens e um símbolo de status e de liberdade de locomoção. Transformou-se numa prisão urbana, nas intermináveis filas e engarrafamentos. Sim, os tempos são outros. Agora é preciso repensar a locomoção humana num cenário de megacidades, entupidas de gente, prédios e tudo o mais que essa civilização do consumismo produz.
E a velha bicicleta ressurge como uma alternativa nesse caldeirão turbulento do cotidiano.
Quando menino, eu consegui adquirir uma bicicleta usada. Reformei-a adaptando peças aqui e ali. Aquela velha bicicleta era tudo para mim. Não havia poluição sonora e problemas de trânsito. Nem sinalização viária tinha. Era uma tranquilidade de fazer inveja e as pessoas eram felizes. Sim, os tempos são outros.
O progresso imposto por essa mistificação consumista prometeu-nos liberdade de locomoção, vida feliz e tranquilidade. O que vemos são pessoas estressadas, impacientes e intolerantes, transformando as ruas em cenários de crimes. Na verdade a maioria das cidades são estruturas grotescas que agridem e perturbam as pessoas. A tal ponto que algumas delas se tornam monstrengos agressivos e que não hesitam em atacar os outros da sua espécie, como se fossem inimigos a serem eliminados. Cidades doentes, trânsito doente e barulhento é o caldo de cultura para reações violentas. Portanto, não é de estranhar que surjam perturbados como aquele que arremessou o seu carro sobre um grupo de ciclistas que fazia uma manifestação ordeira pelas ruas de Porto Alegre.
Antes de buscar no divã dos analistas as causas para essa tentativa de homicídio, vamos botar a nossa visão de progresso no divã da história. Talvez fazendo uma regressão a um passado não muito distante, vamos ver que os administradores públicos sempre deram valor exagerado ao automóvel. A obsessão quase doentia pela máquina entranhou-se no insconsciente coletivo dos citadinos. O automóvel é visto pela maioria das pessoas como identificação do ego, um bem que traz poder e prestígio. Em outras palavras: superior aos outros meios de locomoção como é o caso da bicicleta. É preciso uma longa terapia com muitas sessões dos vários setores da sociedade para restabelecer o equilíbrio nas grandes cidades. Este é um desafio que se impõe nesses novos tempos.
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Pense 2x
Trabalhe para o Estado, Seja honesto, não falte ao serviço nunca, mesmo se estiver doente, sofra todas as injustiças que o funcionalismo passa, ande sempre limpinho, barba feita, unhas cortadas, cabelo no padrão, ultrapasse o seu horário de trabalho sem ganhar horas extras, leve trabalho para casa, ainda vão te falar que voce não fez nada mais além da obrigação, seja idealista, e no final da carreira tome um pé na bunda, trouxa voce é mais um número, além do mais perca alguns benefícios no salário, afinal seu contra cheque (holerith) mais parece um manual de automóvel, só tem ítens de acessório, por que o que voce vai levar é só o salario base, O Estado que prega o direito é o primeiro a descumprir a lei, retroage a lei para diminuir seu salário (ALE), mais nem tudo está perdido voce acaba sendo agraciado com a enorme quantia de R$ 680,55 (Reais) de PASEP, ou seja, R$ 1,89 por mes trabalhado durante 30 anos, é esse o prêmio que voce vai levar, não dá nem para convidar os amigos para um churrasco, não dá para comprar o carvão.
O que voce vai ganhar de PASEP no final de 30 anos de serviço é bem menos do que ganha um assassino, ladrão.estrupador que está na cadeia, pois o Estado paga auxílio reclusão, o que nos leva a refletir, Vale mesmo a pena andar na linha, ser honesto, cumpridor de seus deveres, creio que o Estado não pensa assim, e acaba incentivando a trilharem o caminho errado, quem faz Lei para beneficiar bandido são os proprios bandidos, afinal não se sabe o dia de amnhã.
O que voce vai ganhar de PASEP no final de 30 anos de serviço é bem menos do que ganha um assassino, ladrão.estrupador que está na cadeia, pois o Estado paga auxílio reclusão, o que nos leva a refletir, Vale mesmo a pena andar na linha, ser honesto, cumpridor de seus deveres, creio que o Estado não pensa assim, e acaba incentivando a trilharem o caminho errado, quem faz Lei para beneficiar bandido são os proprios bandidos, afinal não se sabe o dia de amnhã.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Enfim venci!!!!!!!!!!!!!!
Hoje eu quero dedicar minha promoção e aposentadoria a todos aqueles que me apoiaram e deram forças durante a minha longa jornada, quero também dedicar a todos aqueles que de uma forma ou de outra tentaram me prejudicar nos episódios dos 02 CDs que respondi, a todos aqueles que não acreditavam na minha inocência, que armaram ciladas ardilosas ou que usaram de maldade pura, ao TJM (Tribunal de Justiça Militar) que me colocou na pior posição que um profissional pode passar, nas humilhações das audiências, das longas e incertas esperas nos corredores dos julgamentos, ou no corredor da morte, hoje estou aqui, consegui com as graças de Deus, do apoio de minha esposa, com o carinho dos meus filhos e com a compreensão de poucos, porém bons amigos, e pensar que pessoas me aconselharam a pedir baixa e ir embora, porém venho de uma velha escola em que estava escrito na parede " Quando a caminhada é dura os duros continuam a caminhar" ADSUMUS - do latim Aqui estamos_ (Fuzileiros Navais do Brasil) Se entregar jamais, desistir nunca, nunca se dê por vencido. Somos fortes Valentes Guerreiros
Assinar:
Postagens (Atom)


